O mal está no mundo como
um escravo que me Claude
água
Le mal est dans le mond
comme m! ont leau claud
Na manhã infinita as nuvens
surgiram como a loucura
numa alma e o vento como
o instinto desceu os braços
das árvores que estrangulavam
a terra ,,, depois veio a claridade ,
o grande céu , a paz dos campos
mas no caminho todos choravam
com os rostos levados ao alto
porque a vida tinha misteriosamente
passado na tormenta .
Aprisionando num sò maneio
ela cobriu - me de seus cabelos
e os duros lábios no meu pescoço
pôs - se a sugar - me .
Muitas auroras transpareceram
do meu crescente ficar enxague
que a luz da vida .

O tempo falará por nós! Já o silêncio fala por si!
ResponderEliminarEsbatem - se palavras num suspiro silencioso de quem a voz humedece de tanta ternura de um desejo que se ausenta
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